Autor: O Lado Negro da Força
Lugar de Fala 149 com Natália Cardoso

Cabo-verdiana residente em Inglaterra, Natália Cardoso conquistou, no passado mês de Maio, duas faixas no concurso Miss Kamakosa 51 Shine: sagrou-se Miss Sénior 50+ e Miss Fotogenia. Mais do que celebrar a dupla vitória, esta empreendedora de 52 anos pretende transformá-la numa plataforma de mudança. “Gostaria de levar adiante o meu papel como Miss Kamakosa, utilizando a minha visibilidade para incentivar outras mulheres a perseguirem os seus sonhos”, diz Natália.
As Ingerências do Sr. Ministro — A Força da Opinião Negra
Lugar de Fala nº148 com Tomé Ramos

Filho de mãe minhota e pai guineense, Ricardo André Ramos Tomé nasceu há 30 anos em Tomar, de onde saiu para Coimbra, destino de crescimento como “pessoa e cidadão”, e também de estudos superiores.
Licenciado em Sociologia, mestre em Marketing, e apaixonado por música, karaté e futebol, Tomé Ramos, como é mais conhecido, encontrou na Rádio mais uma via de realização profissional, concretizada com o programa “Desconstruir”, transmitido na RDP África.
Lugar de Fala nº 147 com Marcos Best

Apresentou-se com o hip-hop, paixão musical expressa em três discos, lançados entre 2006 e 2016. Já em 2020, encontrou nas artes plásticas mais uma via criativa, concretizada numa série de pinturas. Agora é na literatura que imprime a sua assinatura artística, traduzida no livro “Uma Ferida Chamada Marcos”. Falamos de Marcos Karagianis Braz, ou simplesmente Marcos Bëst. Filho de pai moçambicano e mãe madeirense, o convidado de hoje d´O Lado Negro da Força é reconhecido por traduzir para arte as suas vivências e experiências nos subúrbios de Lisboa.
Conversas por Fazer

Conversas por Fazer” que O Lado Negro da Força apresenta, desde o início do ano, no Goethe-Institut, sempre ao primeiro sábado de cada mês. Desta vez, o programa reserva-nos uma sessão literária, acontece a partir das obras “Meio Sol Amarelo”, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie e “Quarto de despejo – diário de uma favelada”, da brasileira Carolina Maria de Jesus. A dupla recomendação de leitura celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de Julho) e o Dia da Mulher Africana (31 de Julho), e parte de uma proposta do INMUNE- Instituto da Mulher Negra. Convidado para se juntar à iniciativa, o INMUNE estará representado por Fabiana Leonel de Castro, e por Áurea Sofia Silva, uma das jovens seleccionadas para os “Encontros Sankofa”, projecto desenvolvido pelo INMUNE nos últimos meses
Lugar de Fala nº 146 com Julia M. Tavares

Filha de mãe cabo-verdiana e pai guineense, Júlia M. Tavares nasceu em Braga onde se licenciou em Ciências da Comunicação, formação que aplica no Jornalismo. Desde 2021 em Lisboa, destino de estreia em redacções, hoje assume o cargo de editora-chefe da Rádio Afrolis, “projecto de informação digital que visa mudar a percepção da realidade sobre as mulheres negras e racializadas em Portugal e no mundo”. A partir das 21h, ficamos a saber mais n’ O Lado Negro da Força. https://afrolink.pt/julia-m-tavares-faz-do-jornalismo-ferramenta-contra-a-discriminacao/
As Habituais Noticias que nos Inquietam — A Força da Opinião Negra
Lugar de Fala nº 145 com Danilson Francisco

Licenciado em Comunicação Social, com especialização no ramo empresarial, Danilson Francisco tem na área criativa e artística um lugar de pertença. Nascido em Angola há 25 anos, o convidado d’ O Lado Negro da Força já fez Teatro e até sonhou com uma carreira desportiva, interrompida por uma lesão. Hoje aventura-se no território da stand-up comedy, um dos palcos onde pretende investir. Aplausos.
As Caricaturas Racistas – A Força da Opinião Negra
Lugar de Fala nº 144 com Serpé Kumpaku

Nascido na Guiné-Bissau há 29 anos, Kumpaku Bua Pogha – ou apenas Serpé Kumpaku – estuda Sociologia em Portugal, onde integra o colectivo Consciência Negra, que combate o racismo e qualquer outra forma de discriminação. O compromisso com a defesa dos Direitos Humanos aprofundou-se em território guineense, a partir da co-fundação do movimento político revolucionário UPRG-Cassacá-64, e também da integração no Movimento Panafricano da Guiné-Bissau (MPGB). Assumido “cabralista nos ideais”, a sua veia activista já foi punida com passagens pela prisão, e expressa-se ainda através da arte, nomeadamente no poetry slam.




